Brasil cai no ranking de proficiência em inglês e é superado por países vizinhos

Às vésperas da COP30, o país ocupa o 81º lugar entre 116 nações

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Apesar de ser uma das maiores economias da América Latina, o Brasil ainda enfrenta dificuldades significativas no domínio da língua inglesa. De acordo com a edição de 2024 do Índice de Proficiência em Inglês da EF, que classifica 116 países e territórios por suas habilidades de inglês, o Brasil, que antes ocupava a 70ª posição entre 116 países avaliados, caiu para a 81° posição, sendo o 4° pior da América Latina.

Esse é um dado alarmante, que chama atenção ao revelar uma lacuna importante no desenvolvimento educacional do país e na inserção dos brasileiros no panorama mundial, visto que o inglês é uma língua global para comunicação e negócios.

Na América do Sul, por exemplo, os países mais bem posicionados no ranking são Suriname (27°) e Argentina (28°).

Confira os 20 primeiros colocados no ranking:

  • 1º Holanda;
  • 2º Noruega;
  • 3º Singapura;
  • 4º Suécia;
  • 5º Croácia;
  • 6º Portugal;
  • 7º Dinamarca;
  • 8º Grécia;
  • 9º Áustria;
  • 10º Alemanha;
  • 11º África do Sul;
  • 12º Romênia;
  • 13º Bélgica;
  • 14º Finlândia;
  • 15º Polônia;
  • 16º Bulgária;
  • 17º Hungria;
  • 18º Eslováquia;
  • 19º Quênia;
  • 20º Estônia;

Entre os estados brasileiros que se destacaram na proficiência do idioma, Santa Catarina ocupa o primeiro lugar, seguido do Distrito Federal e do Rio Grande do Sul. O Pará, estado que irá sediar a COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), em novembro deste ano, está em 21° do ranking, o que desperta um alerta, visto que este é um evento que reúne representantes de quase 200 países, incluindo líderes políticos, jornalistas, ativistas e ONGs.

Revisão: Lorrayne Rosseti

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Yasmin Barreto
Yasmin Barreto
Escrevo sobre educação, cinema e cultura.

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