A chegada do Ano-Novo não acontece ao mesmo tempo em todo o planeta. Por causa dos fusos horários e da Linha Internacional de Data, uma linha imaginária que separa um dia do outro, a virada do ano ocorre de forma escalonada, começando no Pacífico e terminando também nessa região, mais de um dia depois.
Primeiros lugares a receberem o novo ano
Os primeiros lugares do mundo a celebrar a chegada de 2026 são as ilhas do Pacífico Sul. O destaque é a Ilha de Kiritimati (Ilha de Natal), que pertence a Kiribati e adota o fuso UTC+14, o mais adiantado do planeta. Lá, o Ano Novo chega quando boa parte do mundo ainda vive a manhã ou a tarde do dia 31 de dezembro. Logo depois vêm as Ilhas Chatham, associadas à Nova Zelândia, que chamam atenção por usarem um fuso incomum, com diferença de 45 minutos em relação ao horário padrão.
Na sequência aparecem a Nova Zelândia continental, além de países como Samoa e Tonga,que também estão entre os primeiros a entrar em 2026. Nessas regiões, a virada costuma ser marcada por grandes eventos públicos, fogos de artifício e celebrações que acabam sendo acompanhadas ao vivo por milhões de pessoas em outros países.
Brasil na lista
O Brasil aparece mais adiante nessa lista. Sem horário de verão, o país segue o fuso UTC-3 na maior parte do território, incluindo Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Isso significa que a virada brasileira acontece várias horas depois da Oceania, da Ásia, da África e da Europa, mas ainda antes de parte das Américas e de territórios mais atrasados no Pacífico. Na prática, o país fica em uma posição intermediária: não é dos primeiros a celebrar, nem dos últimos.
Últimos lugares a chegar em 2026
Já os últimos lugares habitados a receber 2026 estão novamente no Pacífico. Samoa Americana e Niue, no fuso UTC-11, só entram no novo ano quase um dia inteiro depois de Kiribati. Tecnicamente, os últimos pontos do planeta a virar o calendário são as ilhas Baker e Howland, territórios dos Estados Unidos no fuso UTC-12, mas elas não têm população permanente.
Por Arthur Moreira | Revisão: Daniela Gentil
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